Casa caiu para Temer, Policia Federal prova “ROUBO” de 3 milhões e pode ser preso qualquer momento!

Casa caiu para Temer, Policia Federal prova “ROUBO” de 3 milhões e pode ser preso qualquer momento!

De acordo com o relatório, o papel de cada um dentro do esquema investigado era diferente: enquanto Cunha se dedicava às negociatas, ameaças e chantagens políticas, Temer tinha a função de conferir oficialidade aos atos, ou seja, viabilizar as tratativas acertadas por Cunha.

 Segundo a polícia, sem a aliança entre Cunha e Temer não seria possível que os esquemas criminosos se confirmassem. 

Entre os depoimentos que fundamentaram o relatório está a delação do doleiro Lúcio Funaro, que disse aos investigadores que o presidente Michel Temer pediu que ele repassasse recursos para campanhas, inclusive a dele próprio, e interveio para defender interesses de grupos privados aliados durante a tramitação da chamada Medida Provisória dos Portos.

O relatório da investigação afirma que como em toda organização criminosa, com divisão de tarefas, Temer se utilizava de terceiros para executar ações sob seu controle e gerenciamento.

 Como intermediários do presidente da República estão apontados os ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, junto com o ex-ministro Geddel Vieira Lima.

O relatório da Polícia Federal lista as supostas vantagens recebidas por Temer:

Liga no nome de Temer a um montante que chega a R$ 31,5 milhões, sendo R$ 500 mil por meio do ex-deputado e ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures. Foi o episódio da mala de dinheiro entregue em uma pizzaria em São Paulo, em ação controlada da PF.

R$ 10 milhões da Odebrecht, R$ 20 milhões do contrato PAC/SMS da Odebrecht e ainda elenca mais R$ 1 milhão supostamente pagos ao coronel João Baptista Lima Filho, pelo grupo J&F.

A Polícia Federal também cita repasses feitos a “pedido” de Michel Temer, como R$ 5,4 milhões para a campanha de Gabriel Chalita à prefeitura de São Paulo.

Para chegar a esses valores, a polícia cruzou informações das delações de Funaro, da Odebrecht, da J&F e mensagens que estavam no celular apreendido de Eduardo Cunha. Para Cunha, que a polícia considera o operador mais influente do grupo e chefe de Funaro, também foram identificados repasses feitos ao doleiro.

 

Segundo a polícia foram ao todo 181 operações entre 2011 e 2015, que resultaram em um montante de R$ 89 milhões. A maior movimentação foi em 2014, ano eleitoral.

 

Os investigadores destacam um relato de Lúcio Funaro.

O doleiro fala sobre uma conversa com o empresário Henrique Constantino, do Grupo Constantino, sobre a liberação de dinheiro para o PMDB. Funaro disse que o empresário queria uma prova de que se tratava de um pedido de Michel Temer.

 

O operador disse que acionou o ex-deputado Eduardo Cunha e, pouco depois, o próprio Temer teria ligado para Constantino, agradecendo a disposição de fazer a doação.

 

No segundo escalão do grupo, a polícia cita o ex-presidente da Câmara Henrique Eduardo Alves, que está preso, os ex-assessores de Temer, Rodrigo Rocha Loures e Sandro Mabel, e o amigo pessoal do presidente da República, José Yunes.

Atuando como operador financeiro do grupo, a PF destaca Lúcio Funaro, doleiro ligado diretamente ao ex-deputado Eduardo Cunha. Para os investigadores, eles orbitavam e executavam as decisões do primeiro escalão.

 

Os tentáculos do grupo recaiam, segundo o inquérito, sobre diferentes órgãos e níveis de governo: Caixa Econômica Federal, Secretaria de Aviação Civil, Petrobras e Ministério da Agricultura.

 

A conclusão da Polícia Federal é que o grupo montou uma estrutura com o objetivo de vender vantagens indevidas da administração publica, se utilizando de crimes como corrupção, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e fraude em licitações. 

 

O inquérito foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal e deverá ser usado para embasar mais uma denúncia que o procurador Geral da República Rodrigo Janot prepara contra Michel Temer.

 

O presidente divulgou nota sobre as conclusões da Polícia Federal, subordinado ao Ministério da Justiça.

 

Disse que “o estado democrático de direito existe para preservar a integridade do cidadão, para coibir a punição sem provas e evitar injustiça e que o Brasil vem assistindo ao contrário.

 

De acordo com o presidente, garantias individuais estão sendo violentadas e se tenta condenar pessoas sem ouvi-las, sem se apurar a verdade e sem verificar a existência de provas reais.

 

Quando há testemunhos, ignora-se toda a coerência de fatos e das histórias narradas por criminosos renitentes e persistentes e facínoras roubam do país a verdade, bandidos constroem versões ‘por ouvir dizer’ a lhes assegurar a impunidade ou alcançar um perdão, mesmo que parcial, por seus inúmeros crimes”.

 

Temer afirma ainda que “reputações são destroçadas em conversas embebidas em ações clandestinas. Muda-se o passado sob a força de falsos testemunhos.

 

Vazamentos apresentam conclusões que transformam em crimes ações que foram respaldadas em lei”.

O presidente finaliza afirmando que “a doação empresarial a campanhas era perfeitamente legal, fiscalizada e controlada pela Justiça Eleitoral”.

Pela Constituição, o presidente Michel Temer só pode responder por atos cometidos durante o mandato.

O argumento dos investigadores é que Temer integra uma organização criminosa que está em funcionamento mesmo depois dele assumir o cargo.

Um processo por estes atos, no entanto, depende de uma autorização da Câmara.

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