General pede PRISÃO de LULA após discurso ofensivo na Paulista!

General pede PRISÃO de LULA após discurso ofensivo na Paulista!

Durante um discurso feito na Av. Paulista, Lula atacou todo mundo desde o diz que não  Ministério Público até Jair Bolsonaro

Maldita hora em que colocamos no poder alguém que valoriza mais um ‘microfone’ do que um ‘livro’.

Eu, brasileira que sou, tenho vergonha de ver esse cidadão falando e também tenho vergonha daquele senhor que está no poder atualmente e não larga o osso (leia-se foro privilegiado) com medo de ser preso.

Voltando ao encantador de multidões …

Com o mesmo discurso pasmaceiro de sempre, o petista contou todas aquelas fábulas de sempre

“Eu vim da pobreza minha mãe era analfabeta não tenho diploma nunca antes na história deste país enfim, uma verdadeira diarreia verbal”

Lá pelo meio do discurso, o homem se empolgou e botou pra quebrar

“Eles não tinham o direito de tirar a Dilma é só olhar pra cara deles que a gente vai perceber que os 300 picaretas que eu falei que havia em 1994 aumentou nesse Congresso de hoje …”

General Leal Pujol pede prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva

Entretanto, o recado dado pelo General Leal Pujol pode ter significado nas “entrelinhas”, não como um recado dirigido ao governo do presidente da República Michel Temer.

Mas à figuras do PT, que muitas vezes, acabam fazendo insinuações de que poderiam “incendiar” o país, se caso vier a ocorrer a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, segundo informações repassadas pelo site “O Antagonista”.

Além disso, o General Pujol também se dirigia ao Poder Judiciário do país, em se tratando de alguns integrantes, que tentam evitar a suposta prisão de Lula, para que ele possa concorrer à presidência do país, no próximo ano.

O recado dado pelo General Leal Pujol também se referiu às tentativas por parte de agentes políticos em implementar um verdadeiro “acordão”, de modo que consigam frear ou mesmo eliminar, a Operação #Lava Jato, da Polícia Federal.

Vale ressaltar que a Lava Jato é considerada a maior operação de combate à corrupção na história contemporânea do Brasil e é conduzida, em primeira instância, pelo juiz Sérgio Moro, a partir da décima terceira Vara Criminal da Justiça Federal de Curitiba, no estado do Paraná.